Unidade 1: Rua dos Alpes, 603 – Santo André – SP – RE 7685
Unidade 2: Alameda Terracota, 185 – Torre Park – Conj. 623 – Espaço Cerâmica-São Caetano do Sul – SP – RE7681

Central de Atendimento:
(11) 4130-8776
(11) 4509-4450

Neuropsicologia

A avaliação Neuropsicológica é composta por várias etapas, geralmente são realizadas de 5 a 6 consultas, os testes e a entrevistas são realizadas uma vez por semana. Cada sessão tem o tempo e 1 a 2 horas de duração.  A nossa Neuropsicóloga especialista pela Faculdade de Medicina da USP, irá realizar as devidas orientações na consulta.

 

 

A avaliação Neuropsicológica tem como principal objetivo, investigar detalhadamente o perfil de funcionamento cognitivo e comportamental, utilizando-se de um conjunto de testes, inventários, escalas e procedimentos padronizados. Pretende investigar o desempenho das habilidades como atenção, percepção, linguagem, raciocínio, memória, aprendizagem, habilidades acadêmicas, processamento da informação, visuoconstrução, aspectos emocionais, funções motoras e executiva.
A avaliação Neuropsicológica é solicitada quando há queixas de atraso de linguagem, TDAH,  transtorno do especto autista ou transtornos de aprendizagem, entre outras alterações.

Psicanálise

A teoria da psicanálise busca entender o funcionamento da mente humana e parte do princípio de que os processos psíquicos são, em boa parte, inconscientes. Ou seja, para a psicanálise, nós não temos consciência de vários fatores que definem nossas emoções e comportamentos.

Esta teoria serve como uma abordagem para o tratamento de uma série de transtornos que causam sofrimento emocional, como fobias, compulsões e angústias. Por exemplo, quando alguém apresenta alterações de humor, problemas de autoestima, dificuldades de relacionamento no trabalho ou em relações amorosas, os psicanlistas buscam o explicação no inconsciente.

A imagem clássica da pessoa no divã conversando com o analista ajuda a explicar como funciona uma terapia psicanalítica. Tudo está pautado na relação de confiança entre o analista e cliente, sendo o diálogo o principal instrumento de trabalho.

A abordagem criada por Freud usa o princípio da associação livre. A ideia é orientar a pessoa a conversar sobre vários temas com o analista, sem nenhum filtro. Seja acontecimentos e detalhes da vida cotidiana, devaneios ou lembranças de sonhos. Esse processo ajuda a trazer a tona certos pensamentos que, normalmente, não seriam acessados.

 

Durante o processo terapêutico, investiga-se também as memórias e experiências da infância, que têm grande importância no entendimento do inconsciente. O profissional, por sua vez, irá ajudar a interpretar e organizar todas as informações e identificar de onde surge determinado trauma, inibições ou medos.

Segundo a Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPSP), as sessões geralmente tem uma duração de 30 a 50 minutos, com uma frequência de aproximadamente três vezes por semana. Esta alta periodicidade é fundamental para obter sucesso no processo de acessar o inconsciente.

Terapia Comportamental

Terapia Comportamental constitui uma abordagem ativa, focada no presente, orientada para o alívio dos sintomas e para a obtenção de resultados num prazo curto. A utilização da Terapia Comportamental (com elementos da Psicoterapia Cognitiva) está estudada para situações como: Depressão (distimia, depressão major e comportamento suicida), Ansiedade (ansiedade generalizada, perturbação de pânico, fobias, agorafobia, ansiedade social, ansiedade de desempenho), Perturbação Obsessiva-Compulsiva, Problemas Conjugais, Problemas Sexuais, Luto, Problemas de Sono, Consumos Excessivos, Perturbações Alimentares, etc. Constitui uma ferramenta muito útil na modificação de comportamentos indesejados e na aquisição de novas competências – de relaxamento, sociais, parentais…

Psicologia Clínica

Processo terapêutico que envolve técnicas psicológicas e comportamentais que tem por objetivo a resolução de um problema específico, trabalha-se com foco no que mais incomoda o indivíduo naquele momento. O trabalho é uma via de mão dupla paciente-terapeuta, em que atividades são demandadas para que o avaliando possa ao longo dos dias adquirir novos hábitos, transformar percepções e ressignificar interpretações que possam ser errôneas e disfuncionais no dia a dia. Esse atendimento é realizado em crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Psicomotricidade

A psicomotricidade é um tipo de terapia que trabalha com indivíduos de toda as idades, mas especialmente crianças e adolescentes, com brincadeiras e exercícios para alcançar fins terapêuticos.

A psicometricidade é uma ferramenta muito útil para tratar indivíduos com doenças neurológicas como a Paralisia cerebral, Esquizofrenia, Síndrome de Rett, bebês prematuros, crianças com dificuldades de aprendizagem como a dislexia, com atrasos no desenvolvimento, deficientes físicos e indivíduos com problemas mentais, por exemplo.

 

Os objetivos da psicomotricidade são melhorar os movimentos do corpo, a noção do espaço onde onde se está, a coordenação motora, equilíbrio e também o ritmo.

Estes objetivos são alcançados através de brincadeiras como correr, brincar com bolas, bonecas e jogos, por exemplo. Através da brincadeira o terapeuta psicomotricista, que pode ser o fisioterapeuta ou o terapeuta ocupacional, observam o funcionamento emocional e motor do indivíduo e utiliza outras brincadeiras para corrigir as alterações à nível mental, emocional ou físico, de acordo com a necessidade de cada um.

Psicopedagogia

O psicopedagogo é o profissional preparado para o diagnóstico e o tratamento dos problemas de aprendizagem.

Através do diagnóstico, identifica as causas da problemática e elabora um plano de trabalho terapêutico, individual, orienta a família e estabelece parceria com a escola, visando à progressiva resolução do problema que se apresenta.

 

Atua com ênfase nas:

• Dificuldades e distúrbios de aprendizagem que comprometam o desempenho escolar: motivação em relação à aprendizagem, leitura e escrita (elaboração de textos, ortografia), e raciocínio lógico;

• Desenvolvimento e estimulação das habilidades cognitivas;

• Ampliação do universo lúdico e criativo, redescobrindo o prazer em aprender;

• Lentidão no processo de aprendizagem, decorrente de deficiência intelectual.